domingo, 14 de abril de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Resenha: O amor é possível.
De Eliane Accioly
Filme: O Filho do Outro.
Direção: Lorraine Levy
Elenco: Emmanuelle Devos, Pascal Elbé, Jiles Sitruk, entre outros.
A história se passa em Isrrael e Palestina, povos e etinias diferentes ocupando o mesmo território geográfico, cheio de fronteiras e ódios entre povos irmãos: “Jacob e Ismael não são filhos de Abrahão? “ Em determinado momento, se recorda um dos personagens.
Dois bebês, o filho de palestinos, outro de israelenses foram trocados, numa maternidade, nas confusões do pós-parto, durante uma noite de bombardeio. Os meninos crescem, cada qual, em famílias amorosas, e aos 18 anos, o drama surge, após os resultados inegáveis de um exame de sangue: os pais israelenses tinham o fator RH A positivo, enquanto o suposto filho, RH A negativo. A mãe, israelense é médica, e aciona o problema que todos, a princípio, a não ser ela, gostariam de negar. A mulher israelense é médica. A mãe palestina apoia, apesar de devastada, pelo amor ao filho que criou, e o temor de perdê-lo.
O filme é uma surpresa, pois na verdade, no lugar de afastamento, o drama gera aproximações, nada fáceis, mas verdadeiras, e que poderão se desdobrar em verdadeira fraternidade. O que acontece é que os desejos surgem: pessoas da família palestina, por exemplo, querem conhecer Telavive e o mar. Alguns já o conheciam. Mas principalmente, o desejo de se aproximar e se conhecer uns aos outros, e aplainar as arestas vivas, entre eles e suas diferenças: israelenses e palestinos. Entre Israel e Palestina nada muda, mas aquelas pessoas jamais voltariam a ser as de antes da revelação.
Filme: O Filho do Outro.
Direção: Lorraine Levy
Elenco: Emmanuelle Devos, Pascal Elbé, Jiles Sitruk, entre outros.
A história se passa em Isrrael e Palestina, povos e etinias diferentes ocupando o mesmo território geográfico, cheio de fronteiras e ódios entre povos irmãos: “Jacob e Ismael não são filhos de Abrahão? “ Em determinado momento, se recorda um dos personagens.
Dois bebês, o filho de palestinos, outro de israelenses foram trocados, numa maternidade, nas confusões do pós-parto, durante uma noite de bombardeio. Os meninos crescem, cada qual, em famílias amorosas, e aos 18 anos, o drama surge, após os resultados inegáveis de um exame de sangue: os pais israelenses tinham o fator RH A positivo, enquanto o suposto filho, RH A negativo. A mãe, israelense é médica, e aciona o problema que todos, a princípio, a não ser ela, gostariam de negar. A mulher israelense é médica. A mãe palestina apoia, apesar de devastada, pelo amor ao filho que criou, e o temor de perdê-lo.
O filme é uma surpresa, pois na verdade, no lugar de afastamento, o drama gera aproximações, nada fáceis, mas verdadeiras, e que poderão se desdobrar em verdadeira fraternidade. O que acontece é que os desejos surgem: pessoas da família palestina, por exemplo, querem conhecer Telavive e o mar. Alguns já o conheciam. Mas principalmente, o desejo de se aproximar e se conhecer uns aos outros, e aplainar as arestas vivas, entre eles e suas diferenças: israelenses e palestinos. Entre Israel e Palestina nada muda, mas aquelas pessoas jamais voltariam a ser as de antes da revelação.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
brincar de criar roteiro
Não dá para brincar de criar roteiro.
Criar roteiro para um filme, um livro, uma peça de teatro é sério.
A não ser que se use o Brincar com letra maíuscula, como na proposta de Donald Winnicott.
Como estou sempre reformulando os textos de meus blogs, reescrevo este.
A vida "imita" a literatura?
Não acredito nisto.
Nenhuma imita a outra, nem a vida, nem a literetutura.
Com todas as dificuldades, o poeta possui uma liberdade em suas criações, maior que a que a vida nos dá. A literatura é uma dama da noite, uma dama do dia, uma dama da vida. Na literatura, por mais difícil que seja, temos mais liberdade que na vida, como autores, como leitores. Pois a vida é a Senhora. Cuidamos dela, mas ela é maior que nós. Assim, brincar de criar roteiros, brincar em minúscula, seria absolutamente pueril. Há acontecimentos, encontros e desencontros, mas não "mandamos" neles. Parte do que em nossas vidas é maior que nós, não controlamos. O texto (anterior) continua disponível em "O recanto das letras".
Adiós, nonino.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Encontre um psicanalista
http://formacaoempsi.wordpress.com/encontre-o-seu-psicanalista/
Eliane Maria Accioly Fonseca
São Paulo – Zona Sul
Eliane Maria Accioly Fonseca
São Paulo – Zona Sul
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Reflexões
família
bálsamo e veneno
amor e trevas
rebanho quente:
acolhe e fere
2 .
A família me ensina da maldade,
e a recolher as lâminas cruéis.
De maneira diferente,
a família e a literatura:
mestres.
3.
Os antepassados
me mostraram muitas
vezes
o avesso e a dor,
e o que posso não repetir,
na família que formei (criei).
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