quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Lançar um livro

Talvez pelo advento da internete, ou talvez por ter vivido algumas experiências de lançar um livro, cada lançamento tão especial para mim, embora tão diferentes!
O que quero dizer, porém, não tenho sentido vontade de escrever livros _ juntar material em um livro... e muito menos  lançá-los. Por outro lado, participo de algumas antologias: pela REBRA, Rede de Escritoras  Brasileiras; pela AbrAce, de Nina Reis e Roberto Bianchi, ela brasileira ele uruguaio, e assim, edições bilíngues, com os trabalhos das autoras nos dois idiomas, espanhol e português; e pela Editora Mulheres Emergentes, de Tãnia Diniz; vivo experiências muito importantes no contato com os editores e  poetas.
Esta linda capa e belíssima edição é da AbrAce.
Gosto deste ciclo de coletividade, admiro o trabalho das poetas com quem compartilho e divido o espaço: cada qual com suas páginas.
E la nave vá...

Parcerias com a Editora Mulheres Emergentes, Belo Horizonte, MG, de Tânia Diniz


É muito bom ter parceiros, amigos, cúmplices.Tânia Diniz é isto para mim. Ela representa muito para a poesia e literatura brasileiras. Mineira de Dores do Indaiá, não para nunca, dissemina a poesia pelo Brasil e pelo mundo. Tem o Jornal Mural "O sensual em cartaz"; apesar do nome "Mulheres Emergentes" publica e divulga mulheres e homens; promove concursos para autores nacionais e internacionais; tem parceiros e divulgadores espalhados pelo mundo. Sou sua maior fã. O link para seu blog está na primeira página deste blog.

sábado, 17 de setembro de 2011

Aula de Pintura _ uma crônica

Meu professor de pintura me diz que sou uma aluna intuitiva. E pouco disciplinada. Preciso aprender a "ser lógica" para deixar de destruir quadros que faço durante a aula; pintar e desmanchar o que pintei pintando outro quadro sobre aquele. Que desperdício de energia, pensei.
_Ser cartesiana? _ lhe pergunto.
_ Por que não?! Não sei que curso você fez contra o cartesianismo.
_O de estar casada com um cartesiano, o que meu marido diz ser, há tantos filhos e netos.
Conto ao marido cartesiano o impasse, e ele responde:
_ Antes de Renée Decart houve um cartesiano _ Leonardo Da Vince.
_ Leonardo?! (me espanto).
_ Como não? Da Vince foi pintor, desenhista, pesquisador, cientista.

Não pude deixar de concordar. Concluo: fronteiras rígidas precisam ser derrubadas. Apenas as rígidas. Ainda não sei o que é isto. No entanto, é o que venho fazendo, venho derrubando fronteiras; as rígidas. Meu mestrado e doutorado: _ "A palavra in-sensata, poesia e psicanálise" e "Corpo-de-sonho, poesia e psicanálise". Que coisa, não desisto. Aliás, como no I Ching os elementos se permeiam, o dia e a noite, o café e o leite...Sou ou não cartesiana?

Pintura, aulas

Ainda trabalhando.
Não pronta.
Como eu.

falando devir

Tela não acabada, não pronta.
Pintar traz problemas que precisamos  resolver. Fundamental "encontrar" soluções.
Como na matemática.
Haroldo de Campos, professor e mestre dizia que a poesia se aparenta à matemática. Ou o contrário. Quando visualizar a solução e a realizar, envio a futura foto aos meus queridos blogueiros.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Gata Olímpia e Amanda

Diálogo da tela entre diferentes momentos/tempos







A imagem  abaixo data de 2008; a acima, de 2010.




















Tela retrabalhada/dramatizada. Um corpo, o suporte/tela em dois tempos diferentes. Foi estranho fazer isto, e mais estranho vizualisar os efeitos nas duas fotos. A "tela" abaixo" não mais existe?" Só em arquivos/bancos de imagens?
Os "figurantes", personagens de "Teresa na Confraria do Lixo", livro que provavelmente nunca virá à tona, e nem será publicado; a não ser em capítulos/contos isolados.
Algunus deles se encontram publicados virtualmente em meu site no "Recanto das Letras".